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Paraísos

09/Mai/2013 a 30/Jun/2013

José Barbosa - Curadoria: Raul Córdula

Entre 1970 e 1977 José Barbosa viveu a Europa onde fez várias exposições, por exemplo, nas seguintes galerias e museus: Manheim Gallery (Peter Rosenwald) e Evaston Gallery, em Londres; Anne Friebe Galerie, Colônia; Biblioteca Nacional de Paris; Galerie Debret da Embaixada Brasileira em Paris; Musée d’Art Moderne de Paris; Gelerie LÓeil de Boeuf/Ceres Franco, Paris. Trabalhou no atelier de Roseline Granet e Jean-Paul Riopelle em Meudon, ao lado de Paris – Prix Qualité de la Vie- Grand-Palais. A Biblioteca Nacional de Paris adquiriu uma gravura de sua autoria.

No Brasil seu currículo não é menor. Desde os anos de 1960, quando residiu no Rio de Janeiro, ele participou de várias versões do salão nacional de Artes Plásticas e expôs na Petite Galerie e na Galeria Goeldi, posteriormente, quando retornou da Europa, na Galeria Sérgio Milliet, da Funarte e Galeria Bonino; Galeria Tina Zappoli de Porto Alegre; Galeria Jacques Ardies, de São Paulo, entre tantas.

Quando viveu no Rio de Janeiro José Barbosa frequentou o meio artístico de vanguarda, ao contrário do que podem pensar quem acha que a vanguarda é privilégio das metrópoles. Uma foto sua está editada no livro BRASIL VIVO, do escultor italiano Roberto Moriconi, que viveu no Rio de Janeiro no pique da vanguarda carioca, fazendo parte do fechado naipe de artistas citados no livro, como Caio Mourão, Márcio Mattar, Burle Marx, Lígia Clark, Antônio Manuel, Barrio, Granato, Collares, Lígia Pape, Ivan Serpa, Roberto Magalhães, Maria Bonomi, Ascânio MMM e Márcia Barroso do Amaral. O livro de Moriconi, como o livro de Marisa Alvarez de Lima Marginália – arte e cultura “na idade da pedrada” são os mais importantes marcos daquele momento aflitivo, mas heróico, da luta pela democracia brasileira
Nosso José Barbosa estava lá.